Vou mostrar algumas imagens, mas se você se interessa pela tema visite nosso blog: http://mammydenoiva.blogspot.com
31 de outubro de 2010
De volta....De volta ... estamos de volta!
Olá seguidores, visitantes regulares e , quaisquer que eventualmente visitem nosso blog, Estamos de volta. Ficamos algum tempo sem publicar, o motivo: o casamento da minha filha caçula. De repente, não mais que de repente, a guria resolveu casar e em menos de 60 dias eu tive que organizar ( e executar) tudo. Toda minha energia, pensamentos e ações estiveram voltadas para o casamento. Nesse ínterim criei um novo blog com o tema específico: casamento!
Vou mostrar algumas imagens, mas se você se interessa pela tema visite nosso blog: http://mammydenoiva.blogspot.com
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A decoração: móbiles feitos pela Mãe da Noiva
A porta aliança
O gazebo
Lembrancinhas
Arranjo floral (decoração do gazebo)
Bolo de noiva - tradicional receita de Pernambuco
3 de setembro de 2010
COMEÇO A CONHECER ME
Não existo.
Começo a conhecer-me. Não existo.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram,
ou metade desse intervalo, porque também há vida ...
Sou isso, enfim ...
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor.
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo.
É um universo barato.
Álvaro de Campos
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Poetas e Poesia ao redor do Mundo
Unidade
As plantas sofrem como nós sofremos.
Por que não sofreriam
se esta é a chave da unidade do mundo?
A flor sofre, tocada
por mão inconsciente.
Há uma queixa abafada
em sua docilidade.
A pedra é sofrimento
paralítico, eterno.
Não temos nós, animais,
sequer o privilégio de sofrer.
Drumond
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Poesia - autor(a) brasileiro (a)
O amor antigo
O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de sua presença.
Nada exige ou pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença.
O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza,
Por aquelas mergulha no infinito, e por estas suplanta a natureza.
Nada exige ou pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença.
O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza,
Por aquelas mergulha no infinito, e por estas suplanta a natureza.
Se em toda parte o tempo desmorona aquilo
que foi grande e deslumbrante,
o antigo amor, porém,
nunca fenece e a cada dia surge mais amante.
Mais ardente, mas pobre de esperança. Mais triste? Não.
Ele venceu a dor, e resplandece no canto obscuro,
tão mais velho quanto mais amor.
Mais ardente, mas pobre de esperança. Mais triste? Não.
Ele venceu a dor, e resplandece no canto obscuro,
tão mais velho quanto mais amor.
Carlos Drumond de Andrade
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Poesia - autor(a) brasileiro (a)
29 de agosto de 2010
Com a minha voz clamo ao Senhor.
Elevo os meus olhos para os montes, de onde me virá o socorro?. O Meu socorro vem do Senhor que fez os ceus e a terra.Sl. 121 - 1,2
Letra
Com a minha voz clamo ao Senhor, com a minha voz ao Senhor suplico.
Diante dele a queixar-me eu estou, diante dele exponho a minha aflição.
Quando aqui dentro de mim esmorece o meu espírito,
tu então conheces minha vereda. Olho à mão direita e vejo;
não há quem me conheça, não há lugar onde me refugiar.
Ó Senhor, a ti clamei, pois tu és o meu refúgio
e o meu tesouro entre os viventes. Vem, atende minha prece,
estou muito abatido. Livrar-me vem do forte tentador.
Tira-me desta prisão e assim louvarei teu nome,
e então os justo me cercarão. Meu Senhor, eu clamo agora:
Oh, vem livrar minha alma e cantarei que me fizeste bem!
Letra
Com a minha voz clamo ao Senhor, com a minha voz ao Senhor suplico.
Diante dele a queixar-me eu estou, diante dele exponho a minha aflição.
Quando aqui dentro de mim esmorece o meu espírito,
tu então conheces minha vereda. Olho à mão direita e vejo;
não há quem me conheça, não há lugar onde me refugiar.
Ó Senhor, a ti clamei, pois tu és o meu refúgio
e o meu tesouro entre os viventes. Vem, atende minha prece,
estou muito abatido. Livrar-me vem do forte tentador.
Tira-me desta prisão e assim louvarei teu nome,
e então os justo me cercarão. Meu Senhor, eu clamo agora:
Oh, vem livrar minha alma e cantarei que me fizeste bem!
29 de julho de 2010
Ao alto, ao alto
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