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13 de agosto de 2011

RECEBI FLORES HOJE (Autor Desconhecido)


Não é meu aniversário ou nenhum outro dia especial.
Tivemos nosso primeiro desgosto noite passada e ele me disse muitas coisas cruéis que, na verdade, me ofenderam, mas eu sei que ele está arrependido e não falou sério, porque me mandou flores hoje.


Não é nosso aniversário ou nenhum outro dia especial.


Noite passada ele me jogou contra a parede e começou a enforcar-me. Parecia um pesadelo, mas nos pesadelos nós acordamos e sabemos que não é real.

Levantei esta manhã dolorida, com dores por todos os lados, mas eu sei que ele está arrependido, porque me mandou flores hoje.


E não é algum dia santo ou nenhum outro dia especial.
A noite passada ele me bateu novamente e ameaçou matar-me. Nem a maquiagem ou a blusa com mangas compridas podia esnconder os cortes e golpes que me ocasionou desta vez. Não pude ir ao trabalho hoje, porque não queria que me vissem ou percebessem alguma coisa, mas eu sei que ele está arrependido, porque me mandou flores hoje.
E Não era o Dia das Mães ou nenhum outro dia... a noite passada ele voltou a me bater, mas desta vez foi muito pior.

Se conseguir deixá-lo o que vou fazer? Como eu sozinha poderia me separar diante das crianças? O que acontecerá se nos faltar dinheiro?
Tenho tanto medo! Dependo tanto dele, temo deixá-lo. Mas sei que ele está arrependido, porque me mandou flores hoje.
Hoje é um dia muito especial. É o dia do meu funeral. A noite passada por fim conseguiu matar-me. Bateu-me até à morte.
Se pelo menos... se eu tivesse me valorizado.... tivesse tido a força de deixá-lo...
Se tivesse buscado e recebido ajuda... hoje não haveria recebido flores!

25 de abril de 2011

Ai, palavras....

29 de maio de 2010

Felicidade


A vida só se compreende mediante um retorno ao passado, mas só se vive para diante.

A porta da felicidade abre só para o exterior; quem a força em sentido contrário acaba por fechá-la ainda mais



Soren Kierkegaard

20 de maio de 2010

Soren Kierkegaard


A vida só se compreende mediante um retorno ao passado, mas só se vive para diante.

A porta da felicidade abre só para o exterior; quem a força em sentido contrário acaba por fechá-la ainda mais.

Soren Kierkegaard

30 de março de 2010

TERAPIA DO ELOGIO

Linda, inteligente, esforçada, carinhosa... e tem meu DNA. Rssss


TERAPIA DO ELOGIO


Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.


As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros.
Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.


Ritinha... um amor de pessoa!

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.

Bonecas de papel - Criação da talentosa artista brasiliense Denise Brandt

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.


Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.

A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios.
Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que
se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.


Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

imagem retirada do site mondocherry

Comece agora!



Você é uma pessoa maravilhosa!
Tenha excelentes dias sempre!

PS. Texto enviado pela minha amiga Maristela. Um doce. O Texto? A amiga também!

7 de novembro de 2009

Gossip, Fofoca, Lashon Hará

Gossip, Fofoca, Lashon Hará, maledicência, mexeriqueiro o nome pouca importa, mas a atitude sim, preste atenção nas seis coisas que Deus aborrece, são pecados graves, mas o que semeia contendas a esse DEUS ABOMINA: "Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina:olhos altivos,língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos." Provérbios 6:16-19

Sabias que a Bíblia fala muito sobre fofocas? E não se trata de um “pecado pequeno”, como muitos pensam. Na Bíblia está escrito:: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo” (Lv.19:16). Ele também diz: “...aprendem também a viver ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas, mas ainda tagarelas e intrigantes, falando o que não devem” (1Tm.5:13). E no Salmo 101:5, Deus diz: “Ao que à ocultas calunia o próximo, a esse destruirei.” Deus é de opinião que pessoas tagarelas não O reconhecem, estando entregues aos seus pensamentos corrompidos. Ele equipara pessoas difamadoras, com assassinos e aborrecidos de Deus. Ele continua, dizendo que aqueles que fazem tais coisas, sabem que merecem a morte. Mas isso não os impede de continuar a fazê-las e até a animar outros a praticá-las (Rm.1:28-32).

Aquele que fala mal dos outros é uma pessoa que está sempre em conflito consigo mesmo. Quem está de bem com a vida não tem sequer vontade de caluniar, quer apreciar as coisas boas da vida.

“Alguém está pensando que é religioso? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.” Tg 1:26

“Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.” Tg 3:14

Hablar mal de los demás

Sabiduría Judía

Sobre Lashon Hará (hablar mal de las personas):

Lashon Hará significa en hebreo hablar mal o con intención torcida de cualquier persona, ya sea en su presencia o en su ausencia. El pecado de Lashon Hará equivale a una trasgresión semejante al homicidio, el adulterio o la idolatría. Dios perdona todos los pecados menos el de hablar mal de las personas (Zohar).
La lengua puede ser la peor de todas las armas (en la época del Talmud), porque las armas alcanzan solamente a quienes están alrededor, sin embargo la lengua puede atacar aquí y alcanzar distancias enormes.

23 de maio de 2009

O TEMPO DE DEUS

orkut e hi5, Religiosos, Jesus te ama, criança com flores, gifs de Jesus, scraps religioso para orkut


"Como fruta colhida ainda verde ou uma flor cortada antes de se abrir, as nossas tentativas de apressar o tempo de Deus pode estragar a beleza de Seu plano para a nossa vida. Só porque algo é bom, não quer dizer que devemos buscá-lo neste exato momento. Temos que nos lembrar que A COISA CERTA NO TEMPO ERRADO, É A COISA ERRADA."
Joshua Harris

13 de fevereiro de 2009

Faça o bem


“ Faça todo o bem que puder ...
Por todos os meios que puder...
De todas as maneiras que puder...
Em todos os lugares que puder...
Todas as horas que puder...
Para todas as pessoas que puder...
Enquanto você puder.”

(John Wesley)

9 de fevereiro de 2009


*Se o homem pensasse como os animais*



Se o homem pensasse como o pássaro...
festejaria cada amanhecer com uma linda canção.
Se o homem pensasse como o cavalo...
ultrapassaria os obstáculos com classe, firmeza e determinação.
Se o homem pensasse como o cão...
faria do amor uma constante troca de carinho, lealdade e fidelidade.
e o homem pensasse como o gato...
teria calma e equilíbrio em qualquer dificuldade.
Se o homem pensasse como a abelha...
constataria que nada se constrói sozinho.
Se o homem pensasse como a formiga...
veria que trabalho e sucesso trilham o mesmo caminho.
Se o homem pensasse como a baleia...
veria a importância do poder da solidariedade.
Se o homem tivesse a pureza e a simplicidade de ser dos animais...
a paz mundial deixaria de ser um sonho e seria uma realidade.
Colaboração de Boechat

4 de fevereiro de 2009

Os sonhos - Augusto Cury

http://jobau.free.fr/Images/perso/slides/reves.jpg

"Os sonhos trazem saúde
para a emoção, equipam o frágil
para ser autor da sua história,
renova as forças do ansioso,
animam os deprimidos,
transformam os inseguros em seres humanos de raro valor.
Os sonhos fazem os tímidos terem
golpes de ousadia e o derrotados
serem construtores de oportunidades"
Augusto Cury

21 de novembro de 2008

"Acreditar nas fadas"


http://files.nireblog.com/blogs3/amoramizade/files/fadas.gif
"...A modernidade, querida menina, é um objetivo desejável e recomendável. Mas, olho vivo!, conquanto não "espante nem degrede as fadas". Ou melhor: o progresso e o avanço material devem respeitar e estimular a fé no invisível (?), no impossível (?) e no fantástico(?). É isso que chamo de "acreditar em fadas". Por quê? Por que é necessário "acreditar nas fadas"? A resposta está na Suécia. Vou lhe contar o que vi. Depois, você tire conclusões. Para a gente do CLUBE, este é um país belo, próspero... e triste. Uma nação na vanguarda da arte de ter e carecer. Estou indo embora desolado porque, mesmo sendo uma sociedade "espelho", eles vivem -eu acho - com os vidros do coração embaçados. De tanto esterilizar o exterior, mataram o interior. Eles têm tudo e não tem nada. É um território vazio de fora (vinte habitantes por quilômetro quadrado) e vazio por dentro (um dos maiores índices de suicídios do planeta). Têm ferro, mas são assustadiços. Têm aço, mas ão frágeis. Têm madeira, mas são de plástico. Têm energia elétrica, mas não sabem da "força motriz" dos sentimentos. Têm segurança, mas são inseguros. Têm um automóvel para cada dois cidadãos, mas viajam pelas vizinhanças da imaginação. Têm um telefone para cada duas pessoas, mas não sabem o "número" do coração. Têm um televisor para duas almas, mas não vêem. Apenas "olham". Têm longa vida (média de quase oitenta anos), mas a consomem nas filas do álcool, da indiferença e da depressão. Têm dinheiro (renda anual PER CAPITA de quase dez mil dólares), mas não têm crianças. Têm igualdade e liberdade, mas continuam a "proibir a entrada" de Deus. Têm uma bela Natureza, mas as "fadas" fugiram dela. Este é o panorama. Eis o problema: Um mundo exemplar material, embora desamparado no espiritual. Um mundo que esqueceu as outras infinitas "realidades". Que não "acredita nas fadas". Como você vê, "acreditar nas fadas" é e não é um jeito de falar. Em cartas anteriores, querida menina, me referi aos que têm (temos) fé. E também aos felizardos do CLUBE. Mas o que seguramente não
completei são as vantagens que acarreta a prática deste fascinante fenômeno da fé. Ou sim? Tanto faz. Eu lhe garanto que, quanto a isso, não me importo em cair na repetição. "Acreditar nas fadas" -- isto é, no invisível -- tem a vantagem de viver (voar) com quatro motores. Se falharem a razão e a lógica ainda restam os mais vigorosos: os motores do "Deus dirá". Uma sociedade materialista, por sua vez, vive (não voa) precária e perigosamente. Como você sabe, razão e lógica são "gafanhotos". "Acreditar nas fadas" proporciona o indescritível prazer da "queda livre". Já o estilo sueco é um boi de paraquedas. "Acreditar nas fadas" são cinco semanas de balão. Já o pragmatismo, frio e desértico, é uma ao centro da Terra. "Acreditar nas fadas" é um desembarque contínuo em outras margens. Um mundo que despreza a fantasia, ao contrário, é um mundo de lagostas. Vivem no mar e não sabem que o mar tem praias. "Acreditar nas fadas" é estar "ligado" na"rede" de Deus. o olhar acende. Já um homem sem fé é uma rede sem ligar evivendo com duas velas. "Acreditar nas fadas" é planar na asa-delta do impossível. E voa! Negar os outros mundos, ao contrário, é limitar-se a olhar (invejar) do chão do ceticismo. "Acreditar nas fadas" é ser SPRINTER e alpinista. O progresso no estilo sueco, por sua vez, deve resignar-se ao papel gregário. "Acreditar nas fadas" é saber que o que é acima é embaixo. Já a ausência de espiritualidade sabe só do "embaixo". "Acreditar nas fadas" é admitir que a gente é e não é Deus. Já para os filósofos da indiferença, a gente é e não é. "Acreditar nas fadas" é descer à força do pulmão nas fossas nasais das Marianas. Para o rigor científico, órfão de imaginação, as fadas são um poço onde caem os débeis mentais. "Acreditar nas fadas" é maravilhar-se diante de uma criatura, a quatro mil metros e com "anticongelante". Para a ciência descarnada, por sua vez, essa criatura é apenas um percevejo do Mauna Loa (Hawai).
"Acreditar nas fadas" permite ascender com as "térmicas" do espírito. Já uma sociedade sem alma aproveita essas correntes sobre a carniça. "Acreditar nas fadas" é navegar sem colete salva-vidas. Já a imagem sueca é a de uma freira com bóia flutuante. ...
"Acreditar nas fadas" é entrar no reino da morte e sair sorrindo. Já os ateus sequer sabem do que estou falando. ... "
Acreditar nas fadas", enfim, como se vê, é muito mais que acreditar em fadas. "Acreditar nas fadas" é pendurar -- mais uma vez -- uma "gaiola de pássaros" no seu coração.
"Acreditar nas fadas" querida menina, não é outra coisa que seguir a lei natural. Diga-me: a noite não acredita no alvorecer? O amor não acredita no beijo? Não acredita a dúvida no "sim" e no "não"? Não acredita a linha no anzol? Não acredita Van Gogh na cor? Não acredita o azul no violeta? Não acredita a vida na morte? Não acredita a morte na vida? Não acredita a gaivota no mastro? Não acredita a água no H2O? Não acredita a idéia na palavra? Não
acredita a vela no vento? Não acredita a vigília no sono? Não acredita Ivan, seu irmão, na fotografia? Não acredita eu em você e você em mim? Receba um milhão de beijos, minha querida "fada". e dê lembranças a minha avó, a "contrabandista", sua "fada protetora".


J.J.Benitez em carta a sua filha Tilma

http://files.nireblog.com/blogs3/amoramizade/files/fadas.gif

20 de novembro de 2008

" Acreditar nas fadas" - JJ Benitez



"...A modernidade, querida menina, é
um objetivo desejável e recomendável. Mas, olho vivo!, conquanto não "espante
nem degrede as fadas". Ou melhor: o progresso e o avanço material devem
respeitar e estimular a fé no invisível (?), no impossível (?) e no fantástico
(?). É isso que chamo de "acreditar em fadas". Por quê? Por que é necessário "
acreditar nas fadas"? A resposta está na Suécia. Vou lhe contar o que vi.
Depois, você tire conclusões. Para a gente do CLUBE, este é um país belo,
próspero... e triste. Uma nação na vanguarda da arte de ter e carecer. Estou
indo embora desolado porque, mesmo sendo uma sociedade "espelho", eles vivem --
eu acho -- com os vidros do coração embaçados. De tanto esterilizar o exterior,
mataram o interior. Eles têm tudo e não tem nada. É um território vazio de fora
(vinte habitantes por quilômetro quadrado) e vazio por dentro (um dos maiores
índices de suicídios do planeta). Têm ferro, mas são assustadiços. Têm aço, mas
são frágeis. Têm madeira, mas são de plástico. Têm energia elétrica, mas não
sabem da "força motriz" dos sentimentos. Têm segurança, mas são inseguros. Têm
um automóvel para cada dois cidadãos, mas viajam pelas vizinhanças da
imaginação. Têm um telefone para cada duas pessoas, mas não sabem o "número" do
coração. Têm um televisor para duas almas, mas não vêem. Apenas "olham". Têm
longa vida (média de quase oitenta anos), mas a consomem nas filas do álcool, da
indiferença e da depressão. Têm dinheiro (renda anual PER CAPITA de quase dez
mil dólares), mas não têm crianças. Têm igualdade e liberdade, mas continuam a
"proibir a entrada" de Deus. Têm uma bela Natureza, mas as "fadas" fugiram dela.
Este é o panorama. Eis o problema: Um mundo exemplar material, embora
desamparado no espiritual. Um mundo que esqueceu as outras infinitas
"realidades". Que não "acredita nas fadas". Como você vê, "acreditar nas fadas"
é e não é um jeito de falar. Em cartas anteriores, querida menina, me referi aos
que têm (temos) fé. E também aos felizardos do CLUBE. Mas o que seguramente não
completei são as vantagens que acarreta a prática deste fascinante fenômeno da
fé. Ou sim? Tanto faz. Eu lhe garanto que, quanto a isso, não me importo em cair
na repetição. "Acreditar nas fadas" -- isto é, no invisível -- tem a vantagem de
viver (voar) com quatro motores. Se falharem a razão e a lógica ainda restam os
mais vigorosos: os motores do "Deus dirá". Uma sociedade materialista, por sua
vez, vive (não voa) precária e perigosamente. Como você sabe, razão e lógica são
"gafanhotos". "Acreditar nas fadas" proporciona o indescritível prazer da "queda
livre". Já o estilo sueco é um boi de pára-quedas. "Acreditar nas fadas" são
cinco semanas de balão. Já o pragmatismo, frio e desértico, é uma ao centro da
Terra. "Acreditar nas fadas" é um desembarque contínuo em outras margens. Um
mundo que despreza a fantasia, ao contrário, é um mundo de lagostas. Vivem no
mar e não sabem que o mar tem praias. "Acreditar nas fadas" é estar "ligado" na
"rede" de Deus. o olhar acende. Já um homem sem fé é uma rede sem ligar e
vivendo com duas velas. "Acreditar nas fadas" é planar na asa-delta do
impossível. E voa! Negar os outros mundos, ao contrário, é limitar-se a olhar
(invejar) do chão do ceticismo. "Acreditar nas fadas" é ser SPRINTER e
alpinista. O progresso no estilo sueco, por sua vez, deve resignar-se ao papel
gregário. "Acreditar nas fadas" é saber que o que é acima é embaixo. Já a
ausência de espiritualidade sabe só do "embaixo". "Acreditar nas fadas" é
admitir que a gente é e não é Deus. Já para os filósofos da indiferença, a gente
é e não é. "Acreditar nas fadas" é descer à força do pulmão nas fossas nasais
das Marianas. Para o rigor científico, órfão de imaginação, as fadas são um poço
onde caem os débeis mentais. "Acreditar nas fadas" é maravilhar-se diante de uma
criatura, a quatro mil metros e com "anticongelante". Para a ciência descarnada,
por sua vez, essa criatura é apenas um percevejo do Mauna Loa (Hawai).
"Acreditar nas fadas" permite ascender com as "térmicas" do espírito. Já uma
sociedade sem alma aproveita essas correntes sobre a carniça. "Acreditar nas
fadas" é navegar sem colete salva-vidas. Já a imagem sueca é a de uma freira com
bóia flutuante. ... "Acreditar nas fadas" é entrar no reino da morte e sair
sorrindo. Jáos ateus sequer sabem do que estou falando. ... "Acreditar nas
fadas", enfim, como se vê, é muito mais que acreditar em fadas. "Acreditar nas
fadas" é pendurar -- mais uma vez -- uma "gaiola de pássaros" no seu coração.
"Acreditar nas fadas" querida menina, não é outra coisa que seguir a lei
natural. Diga-me: a noite não acredita no alvorecer? O amor não acredita no
beijo? Não acredita a dúvida no "sim" e no "não"? Não acredita a linha no anzol?
Não acredita Van Gogh na cor? Não acredita o azul no violeta? Não acredita a
vida na morte? Não acredita a morte na vida? Não acredita a gaivota no mastro?
>br> Não acredita a água no H2O? Não acredita a idéia na palavra? Não
acredita a vela no vento? Não acredita a vigília no sono? Não acredita Ivan, seu
irmão, na fotografia? Não acredita eu em você e você em mim? Receba um milhão de
beijos, minha querida "fada". e dê lembranças a minha avó, a "contrabandista",
sua "fada protetora".




19 de novembro de 2008

Sonhos - Augusto Cury

http://www.guiaequilibrio.com.br/sonhos2.jpg

Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.
Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.
Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.

Dr. Augusto Cury é publicado em dezenas de países. É considerado um dos autores mais lidos da atualidade

8 de setembro de 2008

Reflexões na Tarde - Marguerite yourcenar



“(…) Quando tivermos reduzido o máximo possível as servidões inúteis, evitando as desgraças desnecessárias, restará sempre, para manter vivas as virtudes heróicas do homem, a longa série de males verdadeiros: a morte, a velhice, as doenças incuráveis, o amor não partilhado, a amizade rejeitada, a mediocridade de uma vida menos vasta do que nossos projetos e mais enevoada do que nossos sonhos. Enfim, todas as desventuras causadas pela divina natureza das coisas”.


In Memórias de Adriano

15 de agosto de 2008

O Ideal da Amizade




A camaradagem, o companheirismo, às vezes, parecem amizade. Os interesses comuns por vezes criam situações humanas que são semelhantes à amizade. E as pessoas também fogem da solidão, entrando em todo o tipo de intimidades de que, a maior parte das vezes, se arrependem, mas durante algum tempo podem estar convencidas de que essa intimidade é uma espécie de amizade. Naturalmente, nesses casos não se trata de verdadeira amizade. Uma pessoa imagina que a amizade é um serviço. O amigo, assim como o namorado, não espera recompensa pelos seus sentimentos. Não quer contrapartidas, não considera a pessoa que escolheu para ser seu amigo como uma criatura irreal, conhece os seus defeitos e assim o aceita, com todas as suas consequências. Isso seria o ideal. E na verdade, vale a pena viver, ser homem, sem esse ideal? E se um amigo falha, porque não é um verdadeiro amigo, podemos acusá-lo, culpando o seu carácter, a sua fraqueza? Quanto vale aquela amizade, em que só amamos o outro pela sua virtude, fidelidade e perseverança? Quanto vale qualquer afecto que espera recompensa? Não seria nosso dever aceitar o amigo infiel da mesma maneira que o amigo abnegado e fiel? Não seria isso o verdadeiro conteúdo de todas as relações humanas, esse altruísmo que não quer nada e não espera nada, absolutamente nada do outro? E quanto mais dá, menos espera em troca? E se entrega ao outro toda a confiança de uma juventude, toda a abnegação da idade viril e finalmente oferece a coisa mais preciosa que um ser humano pode proporcionar a outro ser humano, a sua confiança absoluta, cega e apaixonada, e depois se vê confrontado com o facto de o outro ser infiel e vil, tem direito de se ofender, de exigir vingança? E se se ofende e grita por vingança, era realmente amigo, o traído e abandonado?

Sándor Márai, in 'As Velas Ardem Até ao Fim'

16 de março de 2008

Para pensar...


Sê parco no elegiar e ainda mais no criticar

Sêneca

15 de março de 2008



...cada oportunidade é uma fração de tempo que muito tem a ver com nossa vida. Prepare-se para aproveitá-las, porque, se não o fizer, elas passarão junto a você em silêncio, como uma sombra, e você as perderá irremediavelmente.
(
Carlos Bernardo González Pecotche)

14 de março de 2008

Orgulho




"O cúmulo do orgulho é desprezar-se a si próprio"


Flaubert, Gustave