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13 de dezembro de 2011

Feliz Natal


Feliz natal para todos os amigos, seguidores e visitantes.

Lembrem-se Jesus se fez carne e habitou no meio de nós.Ele ainda procura pousada no teu coração.

12 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Imagem http://aotoquedoamor.blogspot.com/
Cara Sam

Eu não consigo identificar o cartão destinado a mim, e nem o espaço para recados. Sou analfabeta digital. Copiei este.É mui lindo!
Obrigada pela sua amizade virtual.Obrigada pelo "Toque de amor"
Seu site é lindo graficamente, e no conteudo também.

Feliz Natal pra vc e seus familiares. Que Deus a abençoe cada vez mais.

14 de agosto de 2011

13 de Agosto - dia Internacional do Canhoto



Na minha familia tem muitos canhotos, tios, primos;eu achava muito interessante e queria ser canhota, cheguei a "treinar canhotismo" mas não consegui tornar-me canhota.

Quando engravidei pela ultima vez eu desejei que fosse uma menina, morena , de cabelos cacheados e canhota. E, não é que a Helga é tudo isso.
Parabéns "sinistra" da mamãe. Te amo: de direita de esquerda, right, gauche, de pé esquerdo, de pé direito..
,
Ah e você tem uma letra linda. E, sabe de uma coisa, eu nunca a ensinei como fazer as coisas, eu acreditava, e acredito, que isso podria piorar seu desempenho, deixei que a natureza seguisse seu curso. Quando crescidinha eu pedia pra ela abrir as latas de conservas, e nunca prestei atenção como o fazias, mas saia tudo perfeito.

Será que a Manu vai ser canhota?
Li, certa vez, que os canhotos tem maior sensibilidade artistica....Será?
Beijos no teu lado esquerdo do peito.


Obs: jogando o buquê com a mão esquerda...

25 de julho de 2011

26 de julho dia da Avó

Manu - a mais recente


Belle - a primeira neta


Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo...


Cinquenta anos, cinquenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações — todos dizem isto embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto — mas acredita.


Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meus Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aquelas crianças que você recorda.


E então um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis — aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

Sim, tenho certeza que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que os netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos.

No entanto — no entanto! — nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, a rival: a mãe. Não importa que ela seja sua filha. Não deixa por isso de ser mãe do seu neto. Não importa que ela ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha", e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais.

Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais.


A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

Já a avô, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto.


Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia.



Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café — café! — mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser e até fingir que está discando o telefone.

Riscar a parece com o lápis dizendo que foi sem querer — e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna.

Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto.

E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: "Vó!", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.


E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que, se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade e apoio... Além é claro das compensações....


Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho — involuntariamente! — bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois, o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó?


Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.


Raquel de Queiroz

23 de julho de 2011

100 anos do Redescobrimento de Machu Picchu - (24dejulho)






Machu Picchu em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.
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Em 1865, no curso de suas viagens de exploração pelo Peru, o naturalista italiano Antonio Raimondi passou ao pé das ruínas sem sabê-lo e menciona o quão escassamente povoada era a região na época. Porém, tudo indica que foi por esses anos que a região começou a receber visitas por interesses distintos dos meramente científicos.


De fato, uma investigação em curso divulgada recentemente revela informação sobre um empresário alemão chamado Augusto Berns que em 1867 não só havia "descoberto" as ruínas mas também havia fundado uma empresa "mineira" para explorar os presumidos "tesouros" que abrigavam (a "Compañía Anónima Explotadora de las Huacas del Inca"). De acordo com esta fonte, entre 1867 e 1870 e com a aprovação do governo de José Balta, a companhia havia operado na zona e logo vendido "tudo o que encontrou" a colecionadores europeus e norte-americanos
Conectados ou não com esta suposta empresa (cuja existência espera ser confirmada por outras fontes e autores) o certo é que nesta época que os mapas de prospecções mineiras começam a mencionar Machu Picchu. Assim, en 1870, o norte-americano Harry Singer coloca pela primeira vez em um mapa a localização do Cerro Machu Picchu e se refere ao Huayna Picchu como "Punta Huaca del Inca". O nome revela uma inédita relação entre os incas e a montanha e inclusive sugere un caráter religioso (uma huaca nos Andes antigos era um lugar sagrado)
Um segundo mapa de 1874, elaborado pelo alemão Herman Gohring, menciona e localiza em seu local exato ambas montanhas.[6]


Por fim, em 1880 o explorador francês Charles Wiener confirma a existência de restos arqueológicos no lugar (afirma "há ruínas na Machu Picchu"), embora não possa chegar ao local Em qualquer caso está claro que a existência da suposta "cidade perdida" não se havia esquecido, como se acreditava até há alguns anos.

Redescobrimento

Vista da cidadela de Machu Picchu em 1911.Foi o professor norte-americano Hiram Bingham quem, à frente de uma expedição da Universidade de Yale, redescobriu e apresentou ao mundo Machu Picchu em 24 de julho de 1911. Este antropólogo, historiador ou simplesmente, explorador aficcionado da arqueologia, realizou uma investigação da zona depois de haver iniciado os estudos arqueológicos. Bingham criou o nome de "a Cidade Perdida dos Incas" através de seu primeiro livro, Lost City of the Incas. Porém, naquela época, a meta de Bingham era outra: encontrar a legendária capital dos descendentes dos Incas, Vilcabamba, tida como baluarte da resistência contra os invasores espanhóis, entre 1536 e 1572. Ao penetrar pelo cânion do Urubamba, Bingham, no desolado sítio de Mandorbamba, recebeu do camponês Melchor Arteaga o relato que no alto de cerro Machu Picchu existiam abundantes ruínas. Alcançá-las significava subir por uma empinada ladeira coberta de vegetação.

Quando Bingham chegou à cidade pela primeira vez, obviamente encontrou a cidade tomada por vegetação nativa e árvore. E também era infestada de víboras.

Embora cético, conhecedor dos muitos mitos que existem sobre as cidades perdidas, Bingham insistiu em ser guiado ao lugar. Chegando ao cume, um dos meninos das duas famílias de pastores que residiam no local o conduziu aonde, efetivamente, apareciam imponentes construções arqueológicas cobertas pelo manto verde da vegetação tropical e, em evidente estado de abandono há muitos séculos. Enquanto inspecionava as ruínas, Bingham, assombrado, anotou em seu diário:

Would anyone believe what I have found?" (Acreditará alguém no que encontrei?)
 Hiram Bingham

Depois desta expedição, Bingham voltou ao lugar em 1912 e, nos anos seguintes (1914 e 1915), diversos exploradores levantaram mapas e exploraram detalhadamente o local e os arredores.


Suas escavações, não muito ortodoxas, em diversos lugares de Machu Picchu, permitiram-lhe reunir 555 vasos, aproximadamente 220 objetos de bronze, cobre, prata e de pedra, entre outros materiais. A cerâmica mostra expressões da arte inca e o mesmo deve dizer-se das peças de metal: braceletes, brincos e prendedores decorados, além de facas e machados. Ainda que não tenham sido encontrados objetos de ouro, o material identificado por Bingham era suficiente para inferir que Machu Picchu remonta aos tempos de esplendor inca, algo que já evidenciava seu estilo arquitetônico.

Bingham reconheceu também outros importantes grupos arqueológicos nas imediações: Sayacmarca, Phuyupatamarca, a fortaleza de Vitcos e importantes trechos de caminhos (Caminho Inca), todos eles interessantes exemplos da arquitetura desse império. Tanto os restos encontrados como as evidências arquitetônicas levam os investigadores a crer que a cidade de Machu Picchu terminou de ser construída entre fim do século XV e início do século XVI.

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País Peru

América do Sul
Coordenadas: 13° 9′ 47" S 72° 32′ 44" O

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

12 de junho de 2010

Feliz Dia dos Namorados




















Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço; porque o amor é forte como a morte; o ciúme é cruel como o Seol; a sua chama é chama de fogo, verdadeira labareda do Senhor.

As muitas águas não podem apagar o amor, nem os rios afogá- lo. Se alguém oferecesse todos os bens de sua casa pelo amor, seria de todo desprezado.

Cantares de Salomão





2 de junho de 2010

Feliz cumpleaños





















Feliz cumpleaños
Aline Barros
Composição: Sandra Barros/ Solange
Cesar/Davidson


Hoy es el día de tu cumpleaños
Que día feliz que día bendecido
Desde la cuna y el primer quejido
Dios ya te guardaba con tanto cariño
Jesús el mejor regalo para ti
En todas las horas amigo es
Y está
guardado ai nesta cajita en forma de corazón

Cumpleaños feliz para ti
Cumpleaños feliz para ti
Cumpleaños feliz para ti
Dios te dé muchos
años de vida

Te bendigo te bendigo te bendigo
Cada día
Yo oro yo
oro y oro oro y pido
Por otro otro otro año de vida

Feliz
cumpleaños a ti
Feliz cumpleaños a ti
Feliz cumpleaños a ti te deseamos
Feliz cumpleaños a ti

10 de maio de 2010

Chá das cinco - floral, frugal, fartura, fausto, felizes!!!!!

Ficamos satisfeitos com a comida que nos dás com fartura; tu nos deixas beber do rio da tua bondade.
Salmos 36:8



Belos arranjos - Dia das Mães
Chá das 17.ooh
Flores e frutas
hummmmm

Bom d+

9 de maio de 2010

2º Domingo de Maio - Dia das Mães





Eu ganhei flores, almôco caseiro super gostoso, cartão de felicitaçôes, ecobag, eletrodomesticos, beijos e abraços.,
Obrigada Deus, por permitires que me tornasse mãe!!!!!

19 de abril de 2010

19 de abril - Dia do indio

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O que é ser índio

Os habitantes das Américas foram chamados de índios pelos europeus que aqui chegaram. Uma denominação genérica, provocada pela primeira impressão que eles tiveram de haverem chegado às Índias.

Mesmo depois de descobrir que não estavam na Ásia, e sim em um continente até então desconhecido, os europeus continuaram a chamá-los assim, ignorando propositalmente as diferenças lingüístico-culturais. Era mais fácil tornar os nativos todos iguais, tratá-los de forma homogênea, já que o objetivo era um só: o domínio político, econômico e religioso.


Se no Período Colonial era assim, ao longo dos tempos, definir quem era índio ou não constituiu sempre uma questão legal. Desde a independência em relação às metrópoles européias, vários países americanos estabeleceram diferentes legislações em relação aos índios e foram criadas instituições oficiais para cuidar dos assuntos a eles relacionados.

Nas últimas décadas, o critério da auto-identificação étnica vem sendo o mais amplamente aceito pelos estudiosos da temática indígena. Na década de 50, o antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro baseou-se na definição elaborada pelos participantes do II Congresso Indigenista Interamericano, no Peru, em 1949, para assim definir, no texto "Culturas e línguas indígenas do Brasil", o indígena como: "(...) aquela parcela da população brasileira que apresenta problemas de inadaptação à sociedade brasileira, motivados pela conservação de costumes, hábitos ou meras lealdades que a vinculam a uma tradição pré-colombiana. Ou, ainda mais amplamente: índio é todo o indivíduo reconhecido como membro por uma comunidade pré-colombiana que se identifica etnicamente diversa da nacional e é considerada indígena pela população brasileira com quem está em contato".

Uma definição muito semelhante foi adotada pelo Estatuto do Índio (Lei nº. 6.001, de 19.12.1973), que norteou as relações do Estado brasileiro com as populações indígenas até a promulgação da Constituição de 1988.

Em suma, um grupo de pessoas pode ser considerado indígena ou não se estas pessoas se considerarem indígenas, ou se assim forem consideradas pela população que as cerca. Mesmo sendo o critério mais utilizado, ele tem sido colocado em discussão, já que muitas vezes são interesses de ordem política que levam à adoção de tal definição, da mesma forma que acontecia há 500 anos.



4 de abril de 2010

Ele levou sobre si as nossas enfermidades..

... e ao terceiro dia ressurgiu... Aleluia.



Jesus a nossa Páscoa.

1 de abril de 2010

Feliz Páscoa para todos


Páscoa!


Páscoa é tempo de Amor,
de família e de Paz...
É tempo de agradecermos
discretamente
por tudo que temos
e por tudo
que teremos.
Páscoa é um sentimento
nos nossos corações
de esperança , fé e confiança.
É dia de milagres;
é dia dos nossos sonhos parecerem
estar mais perto,
tempo de retrospecção
por tudo que tem sido
e uma antecipação de tudo que será.
E é hora de lembrar
com amor e
apreciação
as pessoas em nossas vidas
que fazem diferença...
Pessoas como você!!!


Autora Anna Marie Edwards

22 de março de 2010

22 de março - Dia Mundial da Agua


Água limpa para um mundo saudável

O Dia Mundial da Água, 22 de março, instituído pela ONU em 1993, tem como tema este ano “Água limpa para um mundo saudável”, em meio ao descuido com a natureza e aos resultados desastrosos que acompanham o dia a dia da humanidade. O objetivo é mostrar que, na gestão dos recursos hídricos, qualidade é tão importante quanto quantidade.
Durante milênios acreditava-se que a água era um recurso infinito, que escoava em mananciais inesgotáveis, abundantes e renováveis. Atualmente, sabe-se que o mau uso, aliado à crescente demanda vem preocupando especialistas e autoridades no assunto, pelo evidente decréscimo da disponibilidade de água limpa em todo o planeta.

A água é de vital importância para a existência da própria vida na Terra. A água é um recurso natural que propicia saúde, conforto e riqueza ao homem, por meio de seus incontáveis usos, dos quais se destacam, entre outros, o abastecimento das populações, a irrigação, a produção de energia, o lazer e a navegação.

11 de fevereiro de 2010

Free, free, free Nelson Mandela


O mundo comemora hoje, vinte anos de liberdade de Nelson Mandela


27 de setembro de 2009

27/10 - Dia Mundial do Turismo - o Tema desse ano é Turismo sustentável.

Para viajar basta existir.
Fernando Pessoa


a
Olinda - PE


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As fotos abaixo são do Vale do Catimbau - PE







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fonte: http://www.skyscrapercity.com


22 de abril de 2009

22 de abril - Descobrimento do Brasil




Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas pelo português Pedro Alvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.

E por quê Brasil?
Por conta de uma arvore abundante na região cuja madeira vermelha lembrava brasa.

Flor do Pau Brasil

Flor do Pau Brasil
Foto : wikipedia.org

Pau Brasil

http://chermontlopolis.files.wordpress.com/2006/08/pau-brasil.jpg
Aprendi no primeiro ano de escola:

Ai, ai, ai era 22 de abril
Cabral descobriu o meu Brasil

D. Manoel Venturoso
era rei de Portugal
Mandou ir à India
Pedro Alvares Cabral.

Me dizem agora que está tudo errado! Essa visão do "descobrimento" é eurocêntrica....
e que Vicente Pinzón ja teria aportado por aqui no mês de janeiro do mesmo ano...
Ah, deixa como está....o que aprendemos na infância passa a ser verdade inconteste, ainda mais quando a professora se chama VERA.


19 de abril de 2009

Todo Dia Era Dia de Índio

Alinhar ao centro


Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar

Curumim,chama Cunhatã
Que eu vou contar

Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio

Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim

Antes que o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis

Pois todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio

Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril

Mas agora eles só tem
O dia 19 de Abril

Amantes da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar

Preservando o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora

Pois em sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria

Da alegria de viver!
Da alegria de viver!

E no entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente

Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio

Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim

Terêrê,oh yeah!
Terêreê,oh!Alinhar ao centro

Composição: Jorge Ben