13 de março de 2008

Primeiro de Maio


Hoje a cidade está parada

E ele apressa a caminhada

Pra acordar a namorada logo ali

E vai sorrindo, vai aflito

Pra mostrar, cheio de si

Que hoje ele é senhor das suas mãos

E das ferramentas

Quando a sirene não apita

Ela acorda mais bonita

Sua pele é sua chita, seu fustão

E, bem ou mal, é seu veludo

É o tafetá que Deus lhe deu

E é vendito o fruto do suor

Do trabalho que é só seu

Hoje eles hão de consagrar

O dia inteiro pra se amar tanto

Ele, o artesão

Faz dentro dela a sua oficina

E ela, a tecelã

Vai fiar nas malhar do seu ventre

O homem de amanhã .

11 de março de 2008

Colibri - Haicai-


Colibri multicor

Beijando a flor -

Romance no ar

ALGODÃO DOCE


Leve e cor de rosa

Ah, se avida fosse...

Algodão doce!

MANDAMENTOS NEGATIVOS DA DISCIPLINA VERBAL


Textos Bíblicos: 1 Pe 2.1; 2 Co 12.20; Tg 3.10; Tg 4.11; Mt 18.15-17; 3 Jo 9, 10;Mt 18.1-6; Mc 9.35; Lc 22.24-27; Tg 3.9; Rm 8.28, 29; Cl 3.16;Ef 4.29; Mt 12.34; Tg 3.8, 6c; Rm 15.6; Tg 5.9; At 6.1; Tg 1.2, 3;Tg 1.19; 4.12; 5.10, 11, 13; Fp 4.6, 7; Pv 3.5; 1 Pe 3.17; 5.7;Pv 17.9; Cl 3.13; 1 Ts 5.11, 14; Rm 15.14; Gl 6.1, 2; 2 Tm 1.7; 1 Co 10.13; Lm 3.22; Sl 66.10


INTRODUÇÃO - De dois mandamentos hoje nos ocupamos: “Não faleis mal uns dos outros” e “Não vos queixeis uns dos outros”. Bem que poderiam chamar-se mandamentos de controle da língua, hoje, como sempre, uma questão pertinente, onde quer que haja seres humanos. É fácil perceber sua relação com o pecado da maledicência (1 Pe 2.1) e com as detrações (difamação, murmuração etc.) – (2 Co 12.20). Nas duas situações, trata-se de “um dos pecados mais generalizados entre os cristãos”, isto é, o hábito danoso de falar de modo negativo quando se referem aos outros. Fala-se por vezes sem pensar, não se apercebendo do impacto negativo de suas palavras, do estrago que poderão causar, às vezes expondo o outro ao ridículo.Acerca do segundo mandamento estudado nesta lição: tanto podemos expor o que há de melhor dentro do nosso coração, como o pior que nele houver. O queixar-se é um “ralo” por onde qualquer coisa passa... Tanto viver resignadamente, tangido pela fé em Deus, sabendo que tudo coopera para o nosso bem, como, simplesmente, resmungar, porque “um urubu pousou na minha sorte” – frase melancólica de Augusto dos Anjos.Temos, quase sempre, a tendência de transferir para os outros nossos “estados emocionais de depressão, impaciência ou irritação”. Isso é culpar os outros pelas nossas dificuldades. Aí nos queixamos, murmuramos e gememos, pelo “desgosto” que o outro nos “causou”. Tiago aconselha uma postura diferente desta (Tg 3.10). I. “NÃO FALEIS MAL UNS DOS OUTROS” Tiago é taxativo: “... não faleis mal uns dos outros...” (Tg 4.11). Já no capítulo anterior (Tg 3), ele faz um comentário geral sobre o uso da língua como “o mais indomável membro do corpo humano”. Essa prática atropela o princípio geral básico de que só Deus pode julgar, pois só Ele tem o direito de formar leis para orientar a conduta do seu povo. Temos então de ficar mudos? Não. Em lugar de murmuração, o ensino do Senhor (Mt 18.15-17). É espírito de “corpo”. Que é falar mal de um irmão? É desacreditá-lo, desonrá-lo, desprezá-lo, menosprezá-lo quanto ao seu caráter ou suas ações. Leia sobre o triste exemplo de Diótrefes (3 Jo 9, 10). Ele simplesmente proferia “palavras maliciosas” contra os irmãos. Nós somos assim, muitas vezes. Triste realidade!... Paremos, agora, um pouco, e reexaminemos o “labor” da nossa língua... 3. Em que implica este mandamento? Implica em: Falar mal do irmão é tomar como certa nossa superioridade sobre ele. É desobedecer ao mandamento de não julgar o irmão (Mt 18.1-6; Mc 9.35; Lc 22.24-27). Maledicência para com outro irmão “indica uma atitude de desprezo para com Deus”. Lembremo-nos de que o outro é “imagem e semelhança de Deus” e é redimido dentro do glorioso propósito de Deus (Tg 3.9; Rm 8.28, 29). A prática de um pecado qualquer por um irmão não justifica que falemos em detrimento dele. Nosso dever é instruí-lo, exortar ou admoestar, a fim de que se edifique. Não derrubá-lo pela maledicência. Como falar? Veja Cl 3.16; Ef 4.29. É preciso ter extremo cuidado com o que falamos. Nossas palavras dizem do que abarrota o nosso coração (Mt 12.34); o julgamento que fazemos pode ser responsável pelo destino mais atroz de uma vida (Tg 3.8). Pode ser “inflamada pelo inferno”(Tg 3.6c). Que valores atribuem a este mandamento? É essencial à manutenção de um clima de amor e unidade do corpo. Uma calúnia feita a um membro do corpo afeta todo o corpo, causa-lhe impacto negativo. É aí que começam as “panelinhas”, em geral envolvendo pessoas que colocam seus próprios interesses acima dos interesses do Reino de Deus. É por aí que as contendas começam a atacar; afetam o corpo e lhe enfraqueçam os movimentos e a voz; enfraqueçam a Igreja, tornando-a vulnerável, incapaz de “concordemente e a uma voz” glorificar seu Deus (Rm 15.6). Quando se evitam as maledicências, há edificação mútua, alegria, cuidado, a prática livre do amor e da unidade ordenados por Jesus Cristo. II. “NÃO VOS QUEIXEIS UNS DOS OUTROS” Como definir este mandamento? É o mesmo que expressar-se, em conversa reservada, às escondidas – “cochichos ao pé do ouvido” –, em que se despejam descontentamentos, impaciência, desagrado ou, simplesmente, pelo hábito de falar de tudo e de todos, que é, além de falta de uma boa educação, um problema de caráter mal formado. É baixa convivência mesmo. Outra vez Tiago é taxativo (Tg 5.9). Todos os mandamentos de Tiago nesta linha – “não vos julgueis...”, “não faleis mal...”, “não vos queixeis...” – são pecados, desagradam a Deus. Sobretudo quando ocorrem dentro da Igreja de Cristo. Contudo, o queixar-se não é sinônimo de julgar ou falar mal. Significa no original do N. T. basicamente gemer, que redunda em impaciência, irritação. Exemplo vivo em At 6.1. Algumas implicações deste mandamento: É preciso entender que Deus utiliza situações difíceis e penosas para desenvolver nossa fé, nossa paciência, nossa esperança; para tornar-nos firmes e cheios de frutos (Tg 1.2, 3). Não é papel dos cristãos julgar os propósitos, intenções ou ações dos irmãos. Mas é verdade que somos responsáveis por lidar com as dificuldades de um modo que glorifique a Deus, que é o Juiz capaz de lidar com todo o problema da “culpa” (Tg 1.19; 4.12; 5.10, 11). Quando o sofrimento bate à nossa porta, em vez de queixar-nos e resmungar, é de todo aconselhável orar, confiar inteiramente no Senhor, para agir em seu auxílio (Tg 5.13; Fp 4.6, 7; Pv 3.5; 1 Pe 3.17; 5.7). Quanto mais profunda for a experiência, maior será a oportunidade de Deus em nós, e de nós outros em Deus. Ponha a prova este princípio. Mesmo considerando que tem muito motivo de queixa, é melhor “não gemer suas mágoas aos outros” (Pv 17.9). Há duas opções bíblicas: Suportar e perdoar (Cl 3.13) ou exortá-lo e admoestá-lo (1 Ts 5.11, 14; Rm 15.14). Observe ainda os princípios da Mt 18.15-17 e Gl 6.1, 2. É um risco acostumar-nos a “gemidos” e “queixumes”. Acaba por tornar-se algo puramente superficial e ineficaz. Frustrante, por conseguinte. Precisamos ainda ver se, de fato, nossas queixas contra os irmãos procedem, ou se apenas estamos transferindo nossos fardos para os ombros deles. Ao olhar no espelho é bem melhor ver um homem ou mulher de coragem, até porque “Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2 Tm 1.7). É valioso este mandamento, e sempre oportuno. Críticas proferidas às escondidas são “meios eficazes de se levantar ressentimentos e brigas dentro da igreja de Cristo”. Murmurar é assumir responsabilidade que não nos compete – julgar. Tornamo-nos incapazes de ser sinceros e abertos para com os outros. “O queixar-se dos irmãos é pecado grave, porque semeia discórdia entre os irmãos e leva a confrontações pouco amistosas, os irmãos que deveriam manifestar, em alto grau, o mútuo amor e a unidade. Não é possível que o corpo de Cristo funcione adequadamente quando os membros estão trabalhando uns contra os outros. Mas quando se obedece a este mandamento, o corpo de Cristo fica livre das contendas deste tipo e das incapacitações que elas causam, podendo, então, edificar-se, através do serviço mútuo, prestado com amor”.

CONCLUSÃO - Não falar dos irmãos e não queixar-se deles. De começo, parecem um direito nosso tolhido. Entretanto, toda a conduta humana cristã deve apoiar-se nos ensinos da Palavra de Deus, mesmo que nossa humanidade faça suas reivindicações, com razão ou com emoção. Os conselhos bíblicos aí estão, em número elevado. Devem ser lidos com mente aberta, coração submisso e alma devota. É este o caminho para se chegar aonde Deus quer que cheguemos. Ele sabe o que é melhor para a nossa vida. Não nos aponta caminhos impossíveis (1 Co 10.13), até porque Ele se faz nosso companheiro. Das mais dramáticas refregas, Ele nos constrói vitória. Das aparentes derrotas do sofrer, Ele nos levanta e nos reorienta. Do andar “pelo vale da sombra da morte”, Ele nos enche o espírito de destemor. Das sombras tenebrosas a que por acaso sejamos jogados, Ele faz raiar uma nova e fulgurante luz. Portanto, não se há de fazer da vida um poço de amarguras e uma torrente de desabafo contra tudo e contra todos. Em quaisquer circunstâncias sua graça e suas misericórdias estão nos preservando e nos refinando, como se refina a prata (Lm 3.22; Sl 66.10).

A lição do bambu chinês


Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, por aproximadamente cinco anos exceto lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do quinto. ano, o bambu chinês, cresce até atingir a altura de 25 metros. Um escritor de nome Covey escreveu: Muitas coisas na vida pessoal eprofissional são iguais ao bambu chinês.Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrirseu crescimento, e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo enutrindo, o seu 5º Ano chegará, e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava.


O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos, de nosso trabalho, especialmente de um projeto fabuloso, que envolve mudanças... de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização, devemos sempre lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão. Procure cultivar sempre duas virtudes em sua vida: a Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos!!!É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

10 de março de 2008

SCRAPBOOK - BELLE

BRASIL, PAÍS DO FUTEBOL.
BELLE COM 20 DIAS DE NASCIDA VESTIU A CAMISA.


SCRAPBOOK - ARTE DE ILUSTRAR FOTOS

O MEU MUNDO É COR DE ROSA...






ARVORE GENEALOGICA



DOCES LEMBRANÇAS









AQUI ESTÃO ALGUMAS PAGINAS DO SCRAPBOOK DE ISABELLE. FIZ COM POUCA TECNICA E MUITO CARINHO.







A xícara e o pires

Sucedia na cozinha uma falaria briguenta que parecia não ter fim.Dona Telma havia saído para a feira e as crianças para a escola. A Panela perguntadeira da boca grande, logo quis saber, e o fofoqueiro do Faqueiro disse:- A Xícara e o Pires se desentenderam feio e não querem mais cooperar...Então, de repente, a Xícara gritou em alta voz:- Ora, ora, não quero mais trabalhar com o Pires, pois, afinal de contas, sou eu mesma quem faço tudinho.O Pires retruca falando:- É mesmo?... E quem é que leva você para todo lugar, cheia de peso e de calor? E quando transborda, quem é que ampara toda a cevada, café ou chá?O Fogão, todo esquentado, falou também:- Acabem com essa discussão! Vivam em parceria, em união, pois isso enche o coração!A Faca Amolada interrompeu a conversa e comentou:- Corta essa, Xícara e Pires, vocês nunca haviam brigado, para que isso agora?A Tábua de Madeira falou com a maior cara-de-pau:- Tudo tem a primeira vez!A Xícara ficou pensando sobre alguns momentos de sua vida com o Pires. De suas idas e vindas juntinhos, passando de mão em mão por muitas pessoas. O Pires era mais do que um aliado, e sim um grande amigo que sempre esteve pertinho dela nos momentos frios e quentes da vida. Correndo os mesmos riscos de cair e ver os seus sonhos em cacos, sem possibilidade de ser como antes.A Xícara, então, entristeceu-se muito e disse:- Desculpa, não podemos continuar assim, pois todos têm seus valores. Depende de como você olhar.Logo que fizeram as pazes, a Bateria tocou fazendo festa e tudo acabou bem.Esta é uma história maluca de se ouvir, mas fácil de acontecer.


Sammia Ingreed Pereira Santos