19 de abril de 2010

19 de abril - Dia do indio

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O que é ser índio

Os habitantes das Américas foram chamados de índios pelos europeus que aqui chegaram. Uma denominação genérica, provocada pela primeira impressão que eles tiveram de haverem chegado às Índias.

Mesmo depois de descobrir que não estavam na Ásia, e sim em um continente até então desconhecido, os europeus continuaram a chamá-los assim, ignorando propositalmente as diferenças lingüístico-culturais. Era mais fácil tornar os nativos todos iguais, tratá-los de forma homogênea, já que o objetivo era um só: o domínio político, econômico e religioso.


Se no Período Colonial era assim, ao longo dos tempos, definir quem era índio ou não constituiu sempre uma questão legal. Desde a independência em relação às metrópoles européias, vários países americanos estabeleceram diferentes legislações em relação aos índios e foram criadas instituições oficiais para cuidar dos assuntos a eles relacionados.

Nas últimas décadas, o critério da auto-identificação étnica vem sendo o mais amplamente aceito pelos estudiosos da temática indígena. Na década de 50, o antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro baseou-se na definição elaborada pelos participantes do II Congresso Indigenista Interamericano, no Peru, em 1949, para assim definir, no texto "Culturas e línguas indígenas do Brasil", o indígena como: "(...) aquela parcela da população brasileira que apresenta problemas de inadaptação à sociedade brasileira, motivados pela conservação de costumes, hábitos ou meras lealdades que a vinculam a uma tradição pré-colombiana. Ou, ainda mais amplamente: índio é todo o indivíduo reconhecido como membro por uma comunidade pré-colombiana que se identifica etnicamente diversa da nacional e é considerada indígena pela população brasileira com quem está em contato".

Uma definição muito semelhante foi adotada pelo Estatuto do Índio (Lei nº. 6.001, de 19.12.1973), que norteou as relações do Estado brasileiro com as populações indígenas até a promulgação da Constituição de 1988.

Em suma, um grupo de pessoas pode ser considerado indígena ou não se estas pessoas se considerarem indígenas, ou se assim forem consideradas pela população que as cerca. Mesmo sendo o critério mais utilizado, ele tem sido colocado em discussão, já que muitas vezes são interesses de ordem política que levam à adoção de tal definição, da mesma forma que acontecia há 500 anos.



12 de abril de 2010

A maior flor do mundo - Saramago

As imagens são ternas, e a historinha é...
O que voce achou?
Conta pra mim....

11 de abril de 2010

Pintura com máscara de acetato


As duas primeiras imagens são de uma pintura usando mascara de acetato. A inspiração foi essa arvore estilizada em adesivo, que eu copiei de um site, mas juro que não lembro o nome.




Cadeira "transformer"


Esta cadeira se transforma em uma cama?

- Não!!!!

- Então se transforma em aparador?

- Não.....

- Então ela se transforma em que?

- Numa tabua de passar roupas.

- Como?

- O assento se levanta e serve de apoio ao espaldar, que gira e se transforma na tábua de passar
propriamente dita. é bem engenhoso. Quem assina a peça? Sei lá, comprei-a há mais de quinze anos, de um artesão daqueles que enche o caminhão com suas peças e estaciona em uma praça, ou numa calçada, e depois você nunca mais vê, Certamente foi vender em outras praças.




PS> : E$u renovei o

Furoshiki- o que é isso? É bem ECO....

Estava pesquisando no "Santo Google" sobre embalagens ecológicas e, vejam só, descobri o furoshiki.
Mas, o que vem a ser furoshiki? É uma arte milenar japonesa que consiste na tecnica de amarrar um pano quadrado, o ideal e 1,05m de tecido, e com ele fazer bolsas, embalagens para transportar caixas, livros, garrafas, frutas, a marmita japonesa, ou até embalar presentes. Podes crer, fica muito chic presentear um livro ou um vinho embalado com a tecnica furoshiki. No japão, evidentemente, é usado a seda, o que confere ao presente luxo e distinção. Mas qualquer tecido leve pode ser usado para fazer uma embalagem furoshiki.
O furoshiki é considerado ecológico porque dispensa o papel e pode ser usado varias vezes até que o tecido se rasgue...
Ai que saudade da minha avó que amarrava numa toalhinha as marmitas de meu avô e do meu tio; ela era praticante do "furoshiki nordestino", rssss.

Mais informações e videos no site superziper.





Sacolas de pano como as da Vovó = Ecobags





Acabei de chegar do supermercado, comprei hortaliças e frutas. Joguei as sacolas em cima da mesa e aí achei bonita a imagem das frutas e folhagens escapando das ecobags.
Ecobags??? Poxa eu nunca postei nada sobre o assunto, pensei com meus botões. Peguei a máquina e fiz estas imagens. Até que ficaram legais.
Ja faz algum tempo que eu uso as sacolas retornáveis. Sou ecologista, moderada, desde tenra idade, aprendi a defender/valorizar a natureza, quando isso nem era moda, lendo as revistas Amiguinho (na infância), e Vida e Saude e Juventude na adolescencia e juventude , essas revistas são publicações da Igreja Adventista.
Mas como diz a minha netinha de três anos : Vamos ao que interessa...
Você ainda usa sacolinhas plasticas?
Você sabia que elas levam mais de 100 anos para degradar-se?Há quem afirme que as sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo.

Mulher Cristã cuida do planeta, então vamos usar sacolas de pano como as da Vovó, e banir para sempre as sacolinhas de plástico.

10 de abril de 2010

100 anos de Adoniran

Nascido em 1910, em Valinhos, interior de São Paulo, João Rubinato, que ficou conhecido como Adoniran Barbosa, foi um dos artistas mais versáteis do século 20.
Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens, entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador dada a sua popularidade frente aos demais, mas foi como compositor que se tornou imortal. Suas músicas eram verdadeiras crônicas sobre os bairros paulistanos e a vida dos moradores da cidade. Geralmente bem-humoradas, muitas dessas narrativas ficaram conhecidas em todo o Brasil
Quem não conhece Trem das Onze, Saudosa Maloca, Tiro ao Alvaro....é bem possível que todo brasileiro conheça, senão a música inteira, ao menos o estribilho, que o torna intemporal.
Adoniran não precisa de artigos para explicá-lo, ele mesmo sabia fazer isso, – Eu sou de humilde contato/ Tímido, nem sou loquaz/ Tenho espontâneo relato/ Do meu ego e o que me apraz/ Sou como sou não pedi.