Epigrama n. 2
És precária e veloz, Felicidade.
Custas a vir e, quando vens, não te demoras.
Foste tu que ensinaste aos homens que havia tempo,
e, para te medir, se inventaram as horas.
Felicidade, és coisa estranha e dolorosa:
Fizeste para sempre a vida ficar triste:
Porque um dia se vê que as horas todas passam,
e um tempo despovoado e profundo, persiste.
Cecília Meireles
4 de agosto de 2009
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Poesia - autor(a) brasileiro (a)
"Inscrição na Areia
O meu amor não tem
importância nenhuma.
Não tem o peso nem
de uma rosa de espuma!
Desfolha-se por quem?
Para quem se perfuma?
O meu amor não tem
importância nenhuma."
-- Cecília Meireles
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Poesia - autor(a) brasileiro (a)
O bico do tucano, um "ar condicionado" da natureza
Os tucanos possuem um bico grande, muito grande. Aliás, é, proporcionalmente, o maior bico de todas as aves, podendo atingir um terço do tamanho do animal todo.O motivo real do tamanho do bico do tucano: Serve para manter a temperatura corporal.
Assim, tal como as nossas glândulas sudoríparas, ou a língua dos cães, ou mais precisamente
como as orelhas dos elefantes e dos coelhos, servem para perder calor quando é necessário.
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Para ver a materia completa acesse http://cienciaascores.blogspot.com/2009/07/tucano-o-bico-refrigerador.htmlcomo as orelhas dos elefantes e dos coelhos, servem para perder calor quando é necessário.
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Tudo fez Deus formoso em seu tempo; também pós o mundo no coraçäo do homem, sem que este possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até ao fim.
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Natureza - foi Deus quem fez
3 de agosto de 2009
Um grande amigo
O Senhor sustém a todos os que estão a cair, e levanta a todos os que estão abatidos.
Sl 145.14
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Textos biblicos
2 de agosto de 2009
Concede-me, senhor, a graça de ser boa,
de ser o coração singelo que perdoa,
a solícita mão que espalha, sem medidas,
estrelas pela noite escura doutras vidas
e tira d'alma alheia o espinho que magoa.
Helena Kolody
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Poesia - autor(a) brasileiro (a)
Simplicidade... Felicidade...
Simplicidade... Simplicidade...
Ser como as rosas, o céu sem fim,
a árvore, o rio... Por que não há de
ser toda gente também assim?
Ser como as rosas: bocas vermelhas
que não disseram nunca a ninguém
que têm perfumes... Mas as abelhas
e os homens sabem o que o que elas têm!
Ser como o espaço, que é azul de longe,
de perto é nada... Mas quem o vê
— árvores, aves, olhos de monge... —
busca-o sem mesmo saber porque.
Ser como o rio cheio de graça,
que move o moinho, dá vida ao lar,
fecunda as terras... E, rindo, passa,
despretensioso, sempre a cantar.
Ou ser como a árvore: aos lavradores
dá lenha e fruto, dá sombra e paz;
dá ninho às aves; ao inseto flores...
Mas nada sabe do bem que faz.
Felicidade — sonho sombrio!
Feliz é o simples que sabe ser
como o ar, as rosas, a árvore, o rio:
simples, mas simples sem o saber!
Guilherme de Almeida
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